Morar junto já dá direito aos bens do parceiro?
Saiba quando a união estável é reconhecida e quais são seus efeitos patrimoniais.

Muitas pessoas acreditam que apenas morar sob o mesmo teto já gera automaticamente direitos patrimoniais. A realidade é mais complexa.
Para que exista união estável, não basta apenas a convivência. É necessário que a relação seja pública, contínua, duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição familiar.
Quando esses requisitos estão presentes, a união estável pode produzir efeitos semelhantes aos do casamento.
Na ausência de contrato específico, normalmente aplica-se o regime da comunhão parcial de bens, o que significa que os bens adquiridos durante a convivência podem ser partilhados em caso de separação.
Entretanto, cada situação possui particularidades que podem alterar significativamente os direitos patrimoniais envolvidos.
Por isso, formalizar a união estável e definir previamente as regras patrimoniais do relacionamento é uma medida que proporciona segurança para ambos os parceiros.
Precisa de orientação sobre este tema?
Agendar consulta